O elefante (Aleksandr Kuprin, Editora Kalinka)

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    "Além das narrativas que denunciavam mazelas e injustiças sociais, o renomado escritor russo Aleksandr Kuprin (1870-1938) deixou contos para jovens e crianças, ainda hoje lidos e reeditados, como O poodle branco, Doutor milagroso e O elefante.

    Escrito em 1907, O elefante conta a tocante história de Nádia, uma menina de seis anos que adoece de tristeza e sonha conhecer um elefante, um de verdade... Eis que surge o brincalhão Tommy.

    As descrições vivas e espirituosas de Tommy, habilidoso elefante de circo que fazia truques de todo tipo com sua tromba, vieram da vida aventurosa do escritor. Com porte de atleta, Kuprin serviu no regimento imperial e conhecia a Rússia como ninguém. Voava de balão e foi um dos primeiros homens a mergulhar com o escafandro. Adorava circos — dizem que chegou a entrar numa jaula de leões e por pouco não foi atacado — e tinha amigos pitorescos: lutadores, domadores, cantores. Conhecia profundamente a paisagem russa e os animais e escrevia aventuras sobre eles para as crianças.

    Com um tom otimista e cativante, Kuprin mostra com seu Elefante que milagres podem acontecer, mas não no outro mundo, e sim no contato com a natureza.

    COLEÇÃO MIR

    A Coleção Mir reúne edições bilíngues da prosa curta russa, contos e novelas, de escritores consagrados, como Fiódor Dostoiévski e Lev Tolstói, mas também de nomes menos conhecidos no Brasil, como Fiódor Sologub e Zinaída Guíppius. Cada livro também acompanha uma leitura do texto feita por um russo nativo — o áudio pode ser acessado pelo QR Code impresso na capa. Mir, em russo, significa “paz” e “mundo”."


    Tradução: Tatiana Larkina
    Capa e projeto gráfico: Daniela Mountian
    Áudio (russo): Tatiana Lárkina
    ISBN: 9788561096113
    Formato: 13,8x19cm
    Peso: 0,120kg
    Páginas: 64
    1 edição: 2018

    Sobre o autor

    A imagem de Aleksandr Kuprin (1870-1938) é inseparável de seu gosto por aventuras, da personalidade ativa e intrépida, da vida errante, do amor pela Rússia, que conhecia profundamente, e das dificuldades que passou na infância. Nascido em uma cidadezinha da província de Penza, não teve contato com o pai, Ivan Kuprin (1834-1971), um funcionário público modesto oriundo da nobreza que morreu quando Aleksandr tinha um ano de idade. Com sérias dificuldades financeiras, sua mãe, Liubóv Kupriná (1838-1910), de origem tártara, se viu obrigada a mudar com o filho para Moscou. Lá, ele estudou em um colégio militar e, em 1888, ingressou na Escola de Cadetes de Alexandre. Depois, foi integrado como subtenente ao 46º regimento de infantaria da guarda imperial. Pediu dispensa em 1894, mas, durante a Primeira Guerra Mundial, realistou-se.
    Kuprin começou a escrever ainda menino e sua primeira obra foi publicada em 1889: Estreia derradeira. No começo da década de 1890, seus contos começaram a sair em revistas de Petersburgo. Na cidade, onde se instalou em 1901, deixou os diversos quebra-galhos para trás — fora de pescador a ator de circo — e começou a colaborar em várias revistas grossas, embora volta e meia buscasse sustento no jornalismo, o que muito influenciou sua escrita. Depois da vitória dos bolcheviques, em outubro de 1917, Kuprin, simpatizante dos socialistas revolucionários, radicou-se em Paris, regressando ao seu país natal em 1937.
    Sua obra não raro é relacionada com querelas sociais, mas, na verdade, Aleksandr Kuprin, com uma prosa franca e realista, deixou textos sobre diversos temas. Entre seus trabalhos, destacam-se: Moloque (1896), O alferes armênio (1897), Olessia (1898), O duelo (1905). Ele também escrevia para os pequenos, sobre animais, artistas e altruísmo. Suas histórias infantojuvenis, como Doutor milagroso (1897), O poodle branco (1903) е O elefante (1907), são até hoje lidаs pelas crianças russas e estudadаs nas escolas.

     


    Imprensa
    Folha de S. Paulo 30/06/18, por Henrique Canary

    Sobre a tradutora
    Tatiana Larkina, nascida em Moscou, é tradutora, professora de língua russa e mestre pelo Programa de Literatura e Cultura Russa da USP com um estudo sobre Anton Tchékhov. Entre suas traduções, destacam-se: A paixão pelos livros (org. Julio Silveira e Martha Ribas, Casa da Palavra, 2004), com o texto «Minhas bibliotecas», de Varlam Chalámov; O Silvano (Globo, 2005), de Anton Tchékhov; O que é bom, o que é ruim (Hedra, 2012), com Jorge Sallum, de Vladímir Maiakóvski; A revolução das mulheres (org. Graziela Schneider, Boitempo, 2017), com o ensaio «O movimento feminista e a relações do partido com ele», de Anna Kalmánovitch; e Piquenique na estrada, de Arkádi e Boris Strugátski (Aleph, 2017).
     

    Além das narrativas que denunciavam mazelas e injustiças sociais, o renomado escritor russo Aleksandr Kuprin (1870-1938) deixou contos para jovens e crianças, ainda hoje lidos e reeditados, como O poodle branco, Doutor milagroso e O elefante. Escrito em 1907, O elefante conta a tocante história de Nádia, uma menina de seis anos que adoece de tristeza e sonha conhecer um elefante, um de verdade... Eis que surge o brincalhão Tommy. As descrições vivas e espirituosas de Tommy, habilidoso elefante de circo que fazia truques de todo tipo com sua tromba, vieram da vida aventurosa do escritor. Com porte de atleta, Kuprin serviu no regimento imperial e conhecia a Rússia como ninguém. Voava de balão e foi um dos primeiros homens a mergulhar com o escafandro. Adorava circos — dizem que chegou a entrar numa jaula de leões e por pouco não foi atacado — e tinha amigos pitorescos: lutadores, domadores, cantores. Conhecia profundamente a paisagem russa e os animais e escrevia aventuras sobre eles para as crianças. Com um tom otimista e cativante, Kuprin mostra com seu Elefante que milagres podem acontecer, mas não no outro mundo, e sim no contato com a natureza. COLEÇÃO MIR A Coleção Mir reúne edições bilíngues da prosa curta russa, contos e novelas, de escritores consagrados, como Fiódor Dostoiévski e Lev Tolstói, mas também de nomes menos conhecidos no Brasil, como Fiódor Sologub e Zinaída Guíppius. Cada livro também acompanha uma leitura do texto feita por um russo nativo — o áudio pode ser acessado pelo QR Code impresso na capa. Mir, em russo, significa “paz” e “mundo”.

    • ISBN : 9788561096113
    • Formato 190.0 x 138.0
    • Peso 480.0
    • Páginas 64
    • Disponível em 2019-03-01
    • Book status