coleção encontros > Rogério SganzerlaRogério Sganzerla, além de criador de alguns dos maiores filmes brasileiros, como “O bandido da luz vermelha” e “A mulher de todos”, foi um atuante pensador do nosso cinema.
As suas polêmicas intervenções, fundamentais para a criação do cinema brasileiro contemporâneo, encontram-se reunidas nesse livro, na forma de suas mais importantes entrevistas.
Desde cedo, Rogério Sganzerla manifestou sua vocação para o cinema. Casou-se com sua própria musa do cinema (a atriz Helena Ignez), viveu para o cinema e morreu fazendo cinema.
Antes de começar sua produção cinematográfica, escreveu durante quatro anos para o jornal O Estado de São Paulo, sempre sobre cinema. Em 1968 seu primeiro longa-metragem foi rodado, o consagrado O bandido da luz vermelha..
Em 1970 fundou a produtora Bel-Air, juntamente de Júlio Bressane.
Morreu em 2004, devido a um tumor no cérebro, apenas um breve tempo após realizar O signo do caos e sem realizar seu sonho: refilmar seu clássico O bandido da luz vermelha com Alexandre Borges no elenco.
Roberta Canuto jornalista e produtora da Revista do Cinema Brasileiro da TV Educativa. É especialista em Cinema pela PUC/MG, mestra em literatura brasileira pela UFMG , trabalha como crítica de cinema, em editorias de cultura desde 1995 e atualmente como roteirista de cinema.
\\\"Na verdade, o que diferencia o artista moderno do acadêmico é, simplesmente, o fato de ele ser ou não inofensivo. E esta última posição, embora incômoda, é a única que me acalma a consciência.\\\"
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