25 de Novembro de 2009  Eventos de final de semana Azougue Editorial estará presente em dois eventos nesse final de semana, para quem está no Rio de Janeiro de 26 á 29 de novembro no Museu da Rupública localizado na rua do Catete 157, acontecerá a Feira da Primavera 2009 das 10:00h ás 22:00h teremos descontos especiáis para o evento e diversas atrações que podem ser conferidas no site www.libre.org.br/primavera_livros.asp Para quem está em São Paulo de 25 á 27 de Novembro acontecerá a Feira da USP no FFLCH- Prédio de Geografia e História, na Avenida Professor Lineu Prestes, 338. Estaremos sendo representados pela Arsenal do Livro com descontos a partir de 50%. 26 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: EVENTOS 01 de Setembro de 2009  LANÇAMENTO MAKUNAIMA GRITA! NA MOVIOLA DIA 19/09 A Azougue irá lançar no dia 19/09 (sábado) o livro Makunaima Grita! na livraria e locadora Moviola (Rua das Laranjeiras, 280). O evento contará com debates dos organizadores do livro - em breve divulgaremos mais detalhes! 23 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: 27 de Agosto de 2009  Lançamento do livro CULTURADIGITAL.BR Azougue Editorial convida: Lançamento do livro CULTURADIGITAL.COM - 29/08 - sábadoDebate: Alvaro Malaguti - Rodrigo Savazoni - Sergio Cohn - 18:00 as 19:30DJs: Surpresinha vs. Mercúrio - 19:30 as 23:00LOCAL: Ateliê Raul Mourão: Rua Joaquim Silva, 71 - LAPAAPOIO: Dose CertaA cultura digital está transformando em profundidade todos os fazeres e saberes da humanidade, e o Brasil desemplenha papel central nesse processo. Como já disse Richard Barbrook, um dos maiores especialistas na área, o Brasil colocou "pela primeira vez o Hemisfério Sul em posição central no debate sobre as tecnologias digitais". Cultura digital.br, ao dar voz para importantes brasileiros em atuação na área, sobre temas como política, economia, estrutura, arte, comunicação e memória no contexto digital, se torna um livro imprescindível para todos aqueles que desejam pensar ativamente as questões e potencialidades do nosso tempo. Entrevistados: Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel. Organização: Rodrigo Savazoni e Sergio Cohn 23 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: EDUCAÇÃO, ED 27 de Agosto de 2009  Azougue Editorial e IMS convidam para o lançamento de Eduardo Coutinho e Ismail Xavier Data: 22 de Agosto de 2009LOCAL: INSTITUTO MOREIRA SALLES
As 18h30h mesa de debates com a participação de Eduardo Coutinho, Ismail Xavier e José Carlos Avellar, e lançamento dos livros da coleção Encontros da editora Azougue: Eduardo Coutinho e Ismail Xavier.
10 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: CINEMA 12 de Agosto de 2009  Eduardo Coutinho Em Coutinho, o falar é sempre um gesto ao vivo, orgânico, onde o corpo, a presença é primordial porque nela estão prentes as pausas, os silêncios, as mudanças de tom facial, o abismo da proposição política que é a afirmação do espírito como ato, como atualização de afetos diante de qualquer desejo burocrático de univocidade do individuo ou de massificação (povo) de quem fala. Os personagens não-ficcionais de Coutinho não são pessoas reais a serem desveladas, são, sim, duplos fabulares que se propagam pela vontade de afirmação, imaginação e narratividade de quem, como diz Coutinho, faz o filme JUNTO com ele.Felipe Bragança, organizador de Encontros| Eduardo Coutinho da Azougue Editorial. Segue trecho da entrevista publicada e 2003 na revista Cinestesia: [Eduardo Coutinho] Nenhum filme filma a verdade.Se você fizer um filme etnográfico,a câmera ficar parada três horas no quintal e depois quatro horas em uma mulher socando o pilão, é uma ilusão que o cineasta está conhecendo o real. Ele está documentando um encontro entre o cineasta e o mundo, sempre. Eu não filmo senão esse encontro, filmo uma relação. Para conhecer Encontros|Eduardo Coutinho, livro que reúne as principais entrevistas deste grande nome do cinema brasileiro. 8 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: CINEMA 10 de Julho de 2009  Rogério Sganzerla, 1966 O cinema que Rogério Sganzerla defendeu por toda a sua vida não é o da afirmação de um conceito fechado, mas o da descoberta, da dúvida e do desejo de avançar um pouco mais sobre os limites que reduzem a arte a ciclos estéticos. Rogério tinha alma livre que permitia se deixar atravessar pela ambiguidade. Mas, por trás dessa transgressão transformadora que o moldou, em cada uma das entrevistas ele praticava o exercício da coerência, de um raciocínio brilhante esculpido ao longo de quatro décadas dedicadas ao oráculo cinematográfico. Roberta Canuto, organizadora de Encontros | Rogério Sganzerla da Azougue Editorial que publicou também Por um cinema sem limite de Sganzerla. Segue trecho de entrevista de 1966 no Jornal do Brasil: [Rogério Sganzerla] Todos pretendem fazer denúncias através do cinema. Eu também. Mas não me interessa constatar o desespero das almas sem Deus, a psicologia feminina e incomunicabilidade. Não gosto de Bolognini, Zurlini, Malle, Visconti e a maioria das fitas de Bergman, salvo Mônica e Noite de circo. Opto pela denúncia global da alma e do corpo subdesenvolvido, isto é, do homem brasileiro. No Brasil está tudo contra o cineasta - falta de capitais, inexperiência, sabotagens por parte de interesses externos. Nesse clima de subdesenvolvimento e miséria só há uma condição positiva para o cineasta: liberdade. Sem ela não há nada! Para conhecer Encontros | Rogério Sganzerla, livro que reúne as principais entrevistas de um dos grandes pensadores do nosso cinema. 17 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: CINEMA 10 de Julho de 2009  Antônio Risério "A vanguarda ficou diante do silêncio e do vazio. (...) os que não silenciaram passaram a se mover num campo que já não é o da vanguarda. Por um motivo simples: hoje, é difícil dizer não só onde está a linha dianteira, mas também saber: dianteira do quê? As coisas se pulverizaram. Para que exista vanguarda, é preciso que haja um espaço cultural ordenado, balizado com nitidez. Mas hoje nós estamos vivendo num mundo culturalmente desordenado, descentrado, múltiplo. (...) A própria proliferação de linguagens e meios impede a cristalização de propostas num projeto único. O que fica, então, para nós, não é a vanguarda. O que pode e deve ficar é o seu legado central: a liberdade da linguagem, o cultivo de uma inquietude essencial e a disposição para a criação permanente do novo."(Antonio Risério, em entrevista publicada no livro "Antonio Risério", coleção Encontros, Azougue, 2009, ps. 176-177) em 13 entrevistas publicadas nas décadas de 80, 90 e 00 na imprensa (em revistas e diários baianos, paulistas e paranaenses), mas também em livro, suplementadas por uma conversa coletiva, com oito interlocutores (registrada em 2008 especialmente para o volume), o poeta, antropólogo e ensaísta Antonio Risério fala sobre cultura baiana e brasileira (com ênfase na idéia de mestiçagem), contracultura, poesia "em contexto digital" e muitos outros assuntos, em particular o racialismo neonegro (e a excessiva e demagógica reverência do Estado a discursos e programas político-acadêmicos com esse teor). O trecho acima (da entrevista de 2008) - apesar de não propriamente refletir a diversidade de ângulos e as agudas análises dos mais variados tópicos que Risério elabora em suas respostas, nem sua peculiar trajetória intelectual (que transparece na disposição cronológica das entrevistas do livro, característica da coleção Encontros) - está destacado neste blog por condensar uma posição sobre a atualidade das vanguardas com a qual manifesto alguma concordância. Adiciono aqui a hipótese de que a citada "disposição para a criação permanente do novo" seja hoje uma postura transversal, que, estimulada por conceitos e procedimentos das tradições de vanguarda do século 20 e favorecida pela "proliferação de linguagens e meios", atravessa a multiplicidade de segmentos culturais que convivem no ambiente global e conforma zonas de interseção entre esses segmentos e criações imaginárias híbridas, resultantes de investigações e programas que, em alguns casos, ainda caberia classificar como de vanguarda. por Wladimir Cazé em Silva Horrida dia 30/06/2009 para ver mais sobre o livro Encontros | Antonio Risério 207 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: ANTROPOLOGIA, ARTE 10 de Julho de 2009  Darcy Ribeiro, por ele mesmo Ele foi vários. Tem um monte de gente assim. Geralmente são esses que ficam. Militante, romancista, antropólogo, educador, homem público comprometido com o Brasil. Darcy Ribeiro é um exemplo de um Brasil do século vinte. Vê a questão indígena se amadurecendo e passa por ela não como observador, mas como produtor de conhecimento e iniciativas, como o Museu do Índio. Acompanha a questão trabalhista e a industrialização brasileira em tempo real ao lado de atores como Jango, Brizola, e vê um Brasil de Educação Superior nascendo e se sistematizando, do qual participa como aluno, tendo aulas com aqueles que ficariam conhecidos como fundadores da USP, e depois como principal articulador da UNB, e vice-governador que teve como foco a educação, pensador dos CIEPs. A Azougue, dedica a ele um volume da Coleção Encontros. Este livro é uma boa entrada para o estímulo à compreensão do incansável mestre. O entendimento do intelectual, do escritor e do homem. Ao longo da entrevistas pode-se ver a maturidade e a pressa de quem foi derrotado pela política anti-popular e de quem lutava para ficar vivo quando parecia derrotado pelo câncer. Este livro traz Darcy, vivo e vivaz, para quem não o conheceu pessoalmente. Para mais: Encontros | Darcy Ribeiro e Fundar 2387 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: ANTROPOLOGIA, EDUCAÇÃO, POLÍTICA PÚBLICA 19 de Junho de 2009  Maria Bethânia nos 1970s "Ah, e sempre me achei legal. A minha cara, sempre achei legal. Caetano brigava loucamente com as pessoas todas. Dentro de casa também, porque algumas pessoas me achavam feia, que o meu nariz era feio, não sei o quê. Aí Caetano esculhambava: "Vocês não entendem nada", não sei o quê. Caetano era assim de extremo, né? ‘Essas misses horrorosas\'. Me dava a maior força." - Maria Bethânia, para a Revista Bondinho Para outras Bethanices boas: Livro O Bondinho e vídeo Música é Perfume 12528 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: MÚSICA 18 de Junho de 2009  Zé Celso! Teatro é coisa de cantinho. "Por que que os críticos [de teatro] tem uma coluna miserável? Porque socialmente o teatro é considerado uma coluna de cantinho, uma coisa sem expressão. Porque não há a luta política pelo fazer teatro" - Zé Celso Martinez Corrêa, no programa Roda viva, setembro de 1988. Para mais Zé Celso: Encontros | José Celso Martinez Corrêa 146 Comentários | Publicado por Administrador Marcadores: TEATRO |
Arquivo do Blog2009 (12) Novembro (1) Setembro (1) Agosto (3) Julho (3) Junho (3) Março (1) 2008 (2) Setembro (1) Agosto (1) |